sábado, 25 de agosto de 2007

Geração “c”: o consumidor 100% on-line

A mais recente pesquisa do ibope mostra que a acesso á Internet atingiu, em mais, a marca de 33,1 milhões de usuários brasileiros, 13,1% maior que o mês anterior. Esse crescimento é resultante, de quatro fatores: políticos de inclusão digital, barateamento do preço e facilidade no financiamento de computadores.
Por traz disso ainda existem adultos de 18 e 25 anos que nunca conheceram o mundo sem Internet, nasceram e cresceram com a tecnologia sendo algo natural.
Porém essa geração “on-line” não lê jornal ou revistas e assiste raramente á tv. Essa geração prefere baixar músicas na Internet a adquirir cds em lojas de shoppings.
No campo profissional, o internauta 24 horas sabe muito sobre pouco. Querem sempre serem o melhor em sua área, utilizam a Internet para fazer cursos de graduação a distância. Essa pessoas podem ser encontradas em todas cidades brasileiras e serão futuramente nossos filhos e sobrinhos “consumidores on-line e influenciados pela Internet”.

Bruno Queiroz,
Diretor executivo da Cartello empresa integrante da Rede Gestão.





~ Nus ajude agora dando sua opinião:

1. Quais os malefícios e benefícios que a Internet pode trazer a um consumidor 100% on-line?

2. Na sua opinião as pessoas de classe baixa tem as mesmas condições de futuramente tornarem-se uma geração 100% on-line do que as pessoas de classe média e altas? Justifique sua resposta.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

O futuro do livro

Li na The Economist: o projeto Google Books já digitalizou cerca de 65 milhões de livros. Mas como tudo está sendo feito dentro da lei, o ebook não deve acompanhar a efervecência provocada pelo MP3 por causa dos mecanismos de troca de arquivos. Ainda assim, o livro está mudando mais do que se percebe na superfícil, em função das novas mídias.Faz tempo que essa idéia ronda: por que o livro ainda não é compartilhado como a música e o vídeo? Resposta óbvia: porque ele não vem digitalizado e não pode ser facilmente digitalizado. E as editoras não oferecem o produto nesse formato supostamente por desconfiar de uma solução que facilita a cópia e a disseminação.Também já faz algum tempo que eu escutei sobre projetos - o principal deles levado a diante pelo Google - de digitalizar livros para disponibilizá-los online. Mas não tinha me dado conta da dimensão dessa iniciativa. Deu na The Economist: 12 universidades fecharam acordos para liberar o acesso a seus acervos para a equipe do Google. Só da Universidade da Califórnia em Berkeley, a cada dia, 3 mil livros ganham versões digitais. E no total já estão prontos cerca de 65 milhões de títulos.Aproveitei a oportunidade para conferir o que é e como funciona o Google Books. Está tudo dentro da lei. A página de abertura é igual à da ferramenta de busca para a web. Você colocar as palavras-chave e ela te devolve links para livros. Você pode procurar entre todo o acervo ou apenas aqueles integralmente disponibilizados. Apenas as obras com direitos autorais vencidos estão disponíveis para a leitura. O restante do material serve como uma espécie de catálogo de biblioteca, para saber que um determinado título existe; e se quiser, poderá ou comprá-lo ou procurá-lo nas bibliotecas físicas.Veja aqui um livro recente e em portugues lançado pela SBS e integralmente disponibilizado: Bem-vindo, a língua portuguesa no mundo da comunicação.Primeira questão: você pode ler o livro mas não pode copia-lo facilmente. Não dá para fazer control-C e control-V para colar a informação em um documento Word e disponibilizá-lo para outras pessoas usando soluções P2P. Quem quiser possuir o livro, ainda terá que comprá-lo impresso em papel. É um conflito de interesses dilacerante. Se os leitores do mundo decidissem não piratear livros protegidos por direitos autorais, o leitor de ebooks se proliferaria como os tocadores de MP3. Mas enquanto os MP3 players mudaram pouco a experiência de ouvir música - ouvimos playlists ao invés de albuns - o reader expande as possibilidades da leitura. Para quem não sabe, o reader imita o formato de um livro. Você abre e fecha e no lugar das páginas existem monitores. Nele você pode mudar o contraste das páginas para, por exemplo, ler no escuro sem precisar de uma fonte de luz. Deficientes visuais podem 'escutar' o livro. Dentro do mesmo aparelho você leva uma biblioteca inteira, milhares de títulos. E você pode usar esse conteúdo conjuntamente. Se esbarrar em palavra desconhecida, um toque e o sistema busca a informação no dicionário. Edição bilingue vai ser a regra e não a excessão. E para quem faz anotações e precisa copiar trechos para citar em artigos, o esforço é mínimo. Você interfere na obra usando as vantagens de um processador de texto.Mas por causa da questão dos direitos autorais, essas vantagens estão disponíveis apenas para quem quiser livros publicados há pelo menos 70 anos. Ainda assim, segundo o artigo da The Economist, algumas coisas estão mudando no produto livro. Livros que as pessoas tradicionalmente não leem integralmente ou que requerem atualizações constantes, tenderão a migrar para o ambiente online e talvez deixarão de ser livros. Catálogos telefônicos e dicionários, e provavelmente livros de cozinha e livros escolares devem entrar nessa categoria.Outro impacto da internet no mercado editorial: o tamanho das obras. O artigo menciona que um livro de não-ficção precisa ter pelo menos 300 páginas para dar lucro. Essa restrição deixa de existir na medida em que o autor poderá distribuir sua obra fora do mercado tradicional independente de seu tamanho. Existem sites hoje, como o Lulu.com, para autores publicarem seus livros on demand. Você envia o conteúdo e o site se encarrega de disponibilizá-lo pela Amazon.com. Se uma pessoa comprar, o Lulu.com imprime uma cópia e envia pelo Correio.Ainda pensando nos livros de não-ficção, o The Economist registra a vantagem, para pesquisadores, de se inter-relacionar o conteúdo de obras. Soluções como o Google Books servirão aos acadêmicos da mesma maneira como as ferramentas de busca pela web servem ao usuário da internet. Ficará muito mais fácil encontrar livros e passagens de texto dentro de cada obra e ainda copiar e reprocessar essa informação.Livros de ficção também devem seguir um caminho inesperado. Hoje o escritor constrói solitariamente sua obra: ele e equipamento de escrita. Mas e se ao invés de pensar no livro-texto, pensarmos na história de ficção enquanto labirito onde o leitor entra e interage com a fantasia do autor. Isso já existe na prática no mundo físico entre os fãs do RPG; o leitor é mais um personagem. O site Second Life é uma forma de pensar no cenário dos livros; e o escritor se transforma no autor de um mundo vivo, interativo, que responde aos estímulos individuais de cada pessoa.Isso não impede, absolutamente, que alguns autores continuem usando a palavra escrita e o papel como meio de comunicação. Mas o mercado de jogos pode também avançar no sentido de oferecer produtos mais sofisticados - 'obras primas', experiências subjetivas - utilizando ambientes interativos montados a partir de imagens em movimento. Por que não?E mesmo para quem preferir o texto escrito, as novas mídias estão mudando a percepção que se tem sobre escrever. O projeto Viva São Paulo, que eu lancei em 2003, está recheado com mais de 3 mil histórias, muitas delas deliciosas, escritas por pessoas comuns. Elas são bons narradores que não se consideravam dignos do título de escritor, e que se limitavam a contar seus causos nas reuniões de amigos e por meio das cartas. Essa conversa, agora, fica disponível na rede; quem quiser pode ler e ao ler, ocasionalmente, sentirá vontade de compartilhar alguma coisa. é disso que esse projeto vive - dessa papo contínuo, desse jogar conversa fora. Isso eventualmente poderá, mesmo, render livros impressos.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

O que é multimídia?


.: Multimídia :.

O termo “multimídia” nasce da função de duas palavras: “multi”, que significa vários, diversos, e “mídia”, que vem do latim “media”, e significa meios, formas, maneira.

Multimídia é um conceito bastante abrangente. A multimídia interativa está intimamente ligada ao uso de ferramentas de informática, que possibilita utilizarmos os arquivos digitais para a criação de apresentações empresarias, catálogos de produtos e exposição em eventos.Podemos aproveitar os recursos visuais e sonoros da multimídia em várias mídias; tais como: CD-ROM, MINI-CD, CD-CARD, disquete e apresentação em quiosque. A principal aplicação dos recursos de multimídia é a criação de catálogos eletrônicos, pois é ideal para empresas que pretendem disponibilizar seus produtos de uma forma rápida, eficaz e com a melhor relação custo benefício.


- Notícias

Publicidade na internet cresce 30% nos eua e chega a U$12,5 bi
As receitas com anúncios na internet tiveram um crescimento de 30% no ano passado e podem ter chegado a US$ 12,5 bilhões, segundo estimativa divulgada nesta quarta-feira pela consultoria PricewaterhouseCoopers.Em 2004, as receitas com anúncios haviam totalizado US$ 9,4 bilhões. A propaganda na internet tem registrado crescimento acentuado, contribuindo para a expansão de diversas empresas da rede.
Notícia da Folha de São Paulo.

Novas midias reduzem o dominio de TV sobre anunciantes
As redes de TV estão perdendo poder sobre os anunciantes. Na segunda-feira (15/2), elas começaram oficialmente a "pré-venda" de espaços publicitários para os programas que serão veiculados nos Estados Unidos a partir de setembro. Cerca de 80% dos espaços são comercializados antecipadamente, mas essa proporção vem sofrendo reduções significativas (3,2% no ano passado). O motivo provável: os anunciantes estão ganhando poder de barganha sobre as TVs graças ao advento de novas opções de mídia para a publicidade, como a Internet e os celulares.
A matéria foi publicada pelo The Wall Street Journal e comentada pela Exame.